Os alemães preferem rir dos holandeses do que dos poloneses

Os alemães preferem rir dos holandeses do que dos poloneses

Alemães gostam de tirar sarro de seus vizinhos, mas eles são mais propensos a rir dos holandeses do que dos poloneses – em entrevista ao artista alemão Achim Hagemann, fundador de um grupo de música e cabaré “Popolskis”. Equipe, ganhando cada vez mais popularidade na Alemanha, cria um grupo de músicos alemães, que interpretou a família engraçada fictícia Popolski de Zabrze, que se considera o inventor da música POP e a autoria dos maiores sucessos do século passado. Hagemann, que vem da região do Ruhr, aliás Paweł Popolski trai, que ao criar uma equipe, Ele não ia zombar dos poloneses. Contrário: ele queria ajudar a quebrar os estereótipos negativos que prevalecem na Alemanha sobre os poloneses. Alguns dias depois de uma noite em Colônia, quando bebi um mar inteiro de vodka com meus amigos poloneses, eu tive uma ideia, escrever uma história sobre um avô polonês de Zabrze, que, como um gênio desconhecido do século, inventou a música POP. Meu amigo naquela época era polonês. Ela acabou de vir de Zabrze – disse Hagemann. – Os alemães ainda rotulam os poloneses como ladrões de carros. Este é o estereótipo mais comum sobre esta nação.

Eu reconheci, que seria divertido criar uma história que invertesse esse estereótipo e mostrasse os poloneses como esses, que foram roubados – ele adiciona. Assim nasceu a história do vovô Popolski, que 22 marca 1908 r. inventou a música pop. Naquele dia, em uma festa paroquial em Pyskowice, ele bebeu 22 copos de vodka para a saúde da Virgem Maria, e depois de tocar, ele escreveu uma música, considerada pela família Popolski a mãe de todos os sucessos, intitulado: “Ei, bom, Nós vamos, dralla”.

Durante sua vida, meu avô escreveu 128 mil acessos, quais artistas desonestos se espalharam por todo o mundo como suas canções. Descendentes do avô Popolski vivem em um bloco de apartamentos em Zabrze, onde gravam videoclipes, vestido com trajes um pouco extravagantes e penteados fora de moda. Na capa do último álbum “Morar em Zabrze” Há uma bandeira polonesa em miniatura presa em um pepino em conserva. Os Popolscy também bebem vodka sem moderação. Nem todo mundo gosta dessa imagem.

Comentários críticos apareceram há algumas semanas na imprensa polonesa. – Ficamos um pouco surpresos com essas reações negativas. Trabalhamos com vários Polos, que apoiou nosso projeto desde o início, eles ajudam a escrever textos e participam do nosso programa de televisão. Nós esperamos, que com o tempo, amigos da família Popolski também venham para a Polônia – avaliou Hagemann. Adicionado, que a equipe mostra os poloneses como criativos, pessoas curtindo suas vidas, que, graças à improvisação e desenvoltura, pode fazê-lo, para os quais outros precisam de uma quantidade enorme de recursos técnicos.

Em um dos esboços eles contam, por exemplo.. “a verdadeira história do primeiro pouso humano na lua”: Vovô Popolski construiu ele mesmo um foguete espacial e chegou à Lua meia hora antes dos americanos. – O público então ri dos americanos hipócritas, e não dos poloneses, que vencem a luta desigual – explicou o artista. No entanto, ele admitiu, que a equipe também usa estereótipos.

– É um projeto de comédia, não é um documentário. A comédia vive do exagero – adicionado. – No entanto, levamos a sério as críticas da Polônia. Nos programas a seguir, reduziremos significativamente o consumo de vodka. Nós definitivamente exageramos com isso – ele prometeu. No final do ano passado, o Popolscy apresentou uma série de programas de entretenimento em emissoras de TV regionais.

Seu show na televisão WDR foi indicado para o programa de TV. Adolfa Grimme, e o calendário de concertos está cheio para os próximos dois anos. A família Popolski lançou dois álbuns: “OK” eu “Morar em Zabrze”. – Gostaríamos de nos apresentar em um show na Polônia. Por enquanto, estamos tentando melhorar nosso conhecimento da língua polonesa – adicionou Hagemann.